Tire suas dúvidas sobre proteína: Qual WHEY é melhor para você
O Whey Protein (proteína do soro do leite) concentrado (WPC) é o mais barato das variedades disponíveis e oferece outros benefícios além do custo reduzido. O WPC contém compostos biológicos, tais como lactoferrina, alfalactoalbumina, imunoglobinas e beta-lactoglobulinas, que têm grande impacto sobre o sistema imunológico, a síntese de proteínas e sobre a metabolização de gorduras. Whey
A única desvantagem: para indivíduos que são intolerantes a lactose, o WPC pode causar cólicas abdominais e gases. Para estas pessoas, o Whey Protein obtido por intermédio de troca iônica (íon-exchange) é o mais recomendado, pois este processo de filtragem elimina praticamente toda a lactose e gordura do leite, transformando esta variedade em quase 100% proteína do soro do leite. Mas, ao mesmo tempo, este processo filtra os compostos citados acima que estão presentes no WPC.
Outra opção é o Whey Protein micro-filtrado (WPMF), no qual os componentes biológicos do WPC estarão presentes, com exceção da lactose. Alguns especialistas o classificam como a melhor opção entre as três variedades. O WPMF possui ainda maior concentração de BCAA’s, aminoácidos de cadeia ramificada, que são de extrema importância para o ganho de massa muscular.
Reportagem exibida no Globo Reporter
Chá alivia dores musculares e dá energia a atletas
Bebida mistura erva-doce, canela e semente de mostarda em porções iguais.
Eles resistem aos piores esforços. Provas que duram de dez horas a seis dias. São os atletas de alta performance. Saudáveis? Sim, mas com um
alto desgaste para o corpo. O esforço extremo libera no corpo os
radicais livres, que aceleram o envelhecimento.
“Eu já tenho 48 anos de idade. Fazendo corrida de aventura, um esporte
muito desgastante, não posso me dar ao luxo de envelhecer mais ainda”,
diz o dentista Vescio Barreto.
Normalmente eles usam antiinflamatórios e suplementos para evitar dores
e lesões. Seria possível substituir esses medicamentos por algo mais
natural? Foi justamente um grupo de atletas que exige o máximo do
metabolismo que pôde testar os efeitos de um chá de especiarias em
Natal, no Rio Grande do Norte.
Durante 60 dias, um grupo de dez atletas tomou o chá. Outros dez não
tomaram e serviram de controle para a eficácia da pesquisa. Mas muitos
deles ficaram desconfiados.
“Eu não acreditava nisso. Tive que ver para crer”, conta o
administrador Karim Barreto.
A pesquisa foi desenvolvida na Universidade Federal do Rio Grande do
Norte (UFRN), mas o chazinho não é muito diferente daqueles caseiros:
erva-doce, canela e semente de mostarda em porções iguais. Essas
especiarias foram escolhidas por combaterem o envelhecimento. São
ótimos antioxidantes.
“A canela é uma das especiarias mais utilizadas no mundo inteiro. Ela
tem alto poder conservante. Inclusive, na época das múmias do Egito,
era usada como conservante”, lembra a cientista em alimentos Ana Vládia
Moreira.
Mas os pesquisadores pensaram também no gosto quando fizeram a escolha.
Queriam algo que pudesse virar uma rotina.
“Quando propomos algo importante para a saúde, para não ser algo que
simplesmente tomamos sem prazer, temos que pensar também no lado
sensorial. E essa mistura é bastante agradável ao paladar das pessoas”,
assegura Ana Vládia Moreira.
E também é um chá simples, fácil de fazer.
“O ponto ideal [da água] é quando começa a levantar bolhinhas. Você
apaga e está no ponto de colocar na xícara. Com a água pronta,
colocamos o sache”, ensina Ana Vládia Moreira.
A dose diária é de uma colher de chá em uma xícara de água. Ou seja,
não adianta tomar um bule de chá. O necessário mesmo é uma xícara.
A pesquisa mostrou que a maioria dos atletas teve uma redução do MDA,
substância que causa lesões musculares e dores. O chá ajudou a diminuir
a sensação de desgaste físico depois dos exercícios.
"Eu senti que durante os treinos longos e as corridas não tinha tanta
necessidade de fazer uso de antiinflamatórios", conta a zootecnista
Inês Greca.
"As dores musculares que sempre vêm depois diminuíram bastante depois
desse tratamento", afirma Karim Barreto.
E se foi bom para quem se desgasta tanto, Ana Vládia Moreira diz que a
mistura pode ter bons efeitos no dia-a-dia de qualquer pessoa.
“Por ter papel antioxidante e antiinflamatório, ele acaba sendo
universal. Onde processos inflamatórios estão presentes, como uma
simples dor de cabeça ou mesmo uma cólica, ele pode vir a ter efeitos
atenuantes, principalmente preventivos se a pessoa tiver o hábito de
beber”, explica a cientista de alimentos.
A nutricionista Jussele Lourenço acredita que o resultado da pesquisa
pode combater um grande problema entre atletas amadores: a
automedicação. Eles poderiam trocar os remédios pelo chá, que pode ser
consumido como qualquer outro alimento. “Um alimento que reduza o
estresse oxidativo. Muitas vezes eles vão diminuir essa inflamação com
automedicação”, diz.
Para quem passa a vida por matas, estradas e rios, o resultado foi
animador.
“Não há um alimento por si só capaz de reverter uma doença. Há um
conjunto de fatores. Cabeça boa, corpo em movimento e uma pitadinha de
sabor não fazem mal a ninguém”, finaliza Ana Vládia Moreira.
Andrea Teixeira
Coordenadora da Tribo do Esporte
Assessoria Esportiva
(48) 9921 6622
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